O Canto do Mar, 1953. Dirigido por Alberto Cavalcanti.
Neste sábado (08/12), às 16h10, a Sessão Cinemateca traz mais uma vez o premiado O Canto do Mar, de Alberto Cavalcanti. O filme faz parte da Mostra Retrospectiva/Expectativa e será exibido no Cinema do Museu.
O Canto do Mar conta a história de uma família de retirantes nordestinos que busca uma vida melhor. Mostrando através da transição do interior para a cidade as diversas manifestações culturais do Recife e os problemas sociais.
A obra, que completa 65 anos em outubro, ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Karlovy Vary (República Tcheca) e concorreu à Palma de Ouro em Cannes (França).
Saiu o resultado da seleção do curso “ Cinema e História na Perspectiva de Marc Ferro”, com o professor Paulo Cunha. Foram quase 60 inscrições e devido à lotação do espaço e dinâmica do curso, apenas 25 inscritos foram selecionados.
O curso ocorrerá nos dias 12 (segunda-feira), 13 (terça-feira) e 14 (quarta-feira) de novembro, das 14h às 17h. Aqui é possível acessar uma lista com a bibliografia a ser trabalhada.
A Cinemateca também já programa outros cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook.
Veja abaixo a lista dos selecionados:
Afonso Oliveira Jr Aline de Oliveira Bomfim Arthur Gustavo Lira do Nascimento Augusto Henrique de Medeiros Paixão Cheyenne David de Medeiros Teodózio Emanuel Queiroz dos Santos Fernando Antonio Pessôa da Silva Júnior Fernando Antonio Uchôa Fonseca Francisca Maria Neta Gabriel Bandeira Alexandre Gabriel Ribeiro Coêlho Ghita Almeida Galvão Helena Sales de Moura Iara Maria da Cunha Conca Jessika Evelyn Leitão Alves Katharine Trajano Larissa Constantino Martins de Oliveira Marcos Cesar Martins Pereira Maria Alice de Freitas Melo Nely da Costa Barbosa Paulo José Falcão Patriota Pietro Renato Félix de Queiroz Ricardo Luís de Farias Santiago Silvio da Silva Pena Simone Carvalho dos Santos
A Cinemateca traz um novo curso com o professor Paulo Cunha, da UFPE. Nos dias 12,13 e 14 de novembro, das 14h às 17h, teremos “As interfaces do Cinema e da História na perspectiva de Marc Ferro”, na Sala Geneton Moraes Neto, na sede da Cinemateca Pernambucana (Av. Dezessete de Agosto, 2187, em Casa Forte, no primeiro andar do Cinema do Museu).
O objetivo geral é aprofundar a discussão sobre a construção da abordagem do historiador francês Marc Ferro ao articular os campos da História e do Cinema. Compreendendo melhor a própria obra e o pensamento historiográfico de Ferro, assim como as influências da École des Annales. O curso combinará aulas expositivas, trechos de filmes e debates. A participação é gratuita e para realizar a inscrição basta acessar aqui o formulário (INSCRIÇÕES ENCERRADAS). A lista dos selecionados será divulgada no dia 8 de novembro aqui no site e nas nossas redes sociais.
Paulo Cunha é Professor Titular na Universidade Federal de Pernambuco. Doutor em Artes e Ciências da Arte pela Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne (1989). Foi, durante dois anos, membro do seminário fechado em Teoria do Cinema de Christian Metz na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, onde também obteve o diploma sob orientação do historiador Marc Ferro. Seus livros mais recentes foram publicados: A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia (2010), A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964 (2014) e A Aventura do Baile Perfumado: vinte anos depois (2016).
A Cinemateca Pernambucana amplia sua acessibilidade e torna seu espaço físico adaptado para receber pessoas cegas, de baixa visão, surdas e ensurdecidas. A partir desta terça-feira (25), o local conta com piso podotátil e vistas guiadas com audiodescrição e libras, levando pessoas com deficiências sensoriais a desfrutar de todo o conteúdo disponível na cinemateca.
“Agora é a vez de levarmos essa acessibilidade para nosso espaço físico, difundindo o cinema pernambucano para um maior numero de pessoas e promovendo uma expansão na inclusão cultural no estado”, diz a Coordenadora do Cinema da Fundação, Ana Farache. Ela ressalta que a Cinemateca já conta com filmes pernambucanos com três modalidades de acessibilidade comunicacional – Audiodescrição (AD), Língua Brasileira de Sinais (Libras) para pessoas surdas; e Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) – no seu acervo online (www.cinematecapernambucana.com.br).
Além do elevador que dá acesso à cinemateca, a instalação do piso podotátil possibilitará que pessoas cegas, com baixa visão e mobilidade reduzida se orientem e locomovam com independência por todo ambiente.
A inauguração ainda contará com uma programação especial. Às 14h30, ocorrerá uma visita guiada com audiodescrição e Libras pelo espaço, e às 15h30, a Sessão Alumiar exibe com AD, Libras e LSE, o belíssimo longa brasileiro Colegas, de Marcelo Galvão. O filme narra uma jornada cheia de aventuras de três jovens portadores de síndrome de Down, que partem em busca dos seus sonhos.
Funcionando desde março deste ano, Cinemateca Pernambucana é um espaço destinado à coleta, catalogação, preservação, formação, pesquisa e difusão das produções do cinema feito em Pernambuco. Além de filmes, reúne acervos como roteiros, cartazes, fichas de produção e fotografias. Seu foco principal é preservação e difusão em formato digital. Com uma área de mais de 400 metros quadrados, o espaço fica localizado no primeiro andar do Edifício Gil Maranhão, na Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte.
Programação;
14h30 – visita guiada com audiodescrição e libras.
15h30 – Sessão Alumiar com o filme Colegas
Sinopse:
Colegas (Brasil, 2013)
Ficção. De Marcelo Galvão.
Com Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, Lima Duarte. Os jovens Stallone, Aninha e Márcio viviam juntos em um instituto para portadores da síndrome de Down. Um dia eles decidem fugir para se aventurar e realizar o sonho individual de cada um, se envolvendo em muitas aventuras e confusões.
94 min | 10 anos
A Sessão Cinemateca especial deste sábado (15), apresenta curtas produzidos por Ivan Cordeiro, na Sala do Museu, em Casa Forte, às 16h, de forma gratuita. Com clássicos das produções do cinema Super-8, a sessão pretende, além de reviver este importante momento do cinema pernambucano, também apresentar este período para os novos admiradores.
Após o filme, haverá um debate com Ivan Cordeiro, diretor das obras, sobre o legado histórico do Super-8.
Sobre o diretor:
Ivan Cordeiro é produtor e diretor de audiovisual baseado em Los Angeles que usa todos os formatos, do Super-8 ao digital. Como entusiasta da bitola super-8, Ivan Cordeiro também coordena projetos de preservação, usando escaneamento digital para fins de pós-produção, usando como base a empresa Pro8mm em Burbank, Califórnia, de Phil Vigeant, líder nessa área no mercado atual.
Sobre os filmes:
Porque Deixei de Cantar
Produzido em 1980, o filme retrata o poeta Pinto do Monteiro, de Sertânia, recitando suas poesias. Todo filme foi editado sem cortes assim como foi filmado, apenas o som foi desenhado para coincidir com o tempo das imagens,
Censura Livre
Um dos clássicos do movimento Super-8, mostra a apreensão causada pela rápida substituição dos cinemas de ruas do Recife, como o Boa Vista, Coliseu e Albatroz, por supermercados e igrejas evangélicas. Um importante registro sobre a destruição da memória nacional.
Convicentegil
Realizado em 1982, em parceria com o artista plástico Gil Vicente, a obra surgiu à partir de uma coluna do jornalista Paulo Fernando Craveiro e aborda a razão pela qual as pessoas guardam fotografias.
23rd y Union
Elaborado por meio de um projeto coletivo em 1994, chamado “A Super 8 Day in LA”, em parceria com dez cineastas que documentaram um dia na cidade e suas diversidades. O curta foi totalmente filmado em super-8 usando tanto película colorida quanto em preto e branco.
A Cinemateca divulga a lista dos alunos selecionados para segunda turma do curso “Psicologia das cores e sua aplicação no cinema”, com e editor Rogério Pinto. Recebemos inscritos de diversas áreas e instituições e devido a grande procura estamos realizando esta nova turma.
O curso será nos dias 27 e 28 de setembro, das 09h às 12h horas, na Sala Geneton Moraes Neto, na Cinemateca Pernambucana, na Avenida 17 de Agosto, 2187, em Casa Forte. No primeiro andar do Cinema do Museu.
A Cinemateca também já programa outras palestras e cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook. Veja abaixo a lista dos selecionados:
A espera acabou. Saiu o resultado da seleção do curso “Psicologia das cores e sua aplicação no cinema”, com o editor, montador e colorista Rogério Pinto. Foram mais de 50 inscrições e devido à lotação do espaço e dinâmica do curso, apenas 24 inscritos foram selecionados.
O curso ocorrerá nos dias 23 (quinta-feira) e 24 (sexta-feira) de agosto, das 9h às 12h. A boa notícia é que, por conta da demanda, a Cinemateca irá oferecer o mesmo curso com uma nova data. Na próxima semana realizaremos a divulgação. Não é possível o remanejamento de alunos entre turmas.
A Cinemateca também já programa outros cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook. Veja abaixo a lista dos selecionados para as duas turmas:
O curso “Psicologia das cores e sua aplicação no cinema”, com o editor, montador e colorista Rogério Pinto, será nos dias 23 e 24 de agosto (quinta e sexta), das 9h às 12h, com carga horária total de 6h. O curso é gratuito e oferece 15 vagas. Tem o objetivo mostrar a evolução da correção de cor do análogo ao digital, como também fazer uma correlação entre a psicologia das cores e sua aplicação no cinema.
Além de conteúdo teórico, serão realizadas atividades práticas com a utilização do programa Davinci Resolve e de uma mesa de cor (Eclipse Cx- sistema integrado de correção de cor), iniciando com o processo de workflow até a correção primária de cor.
Responsável técnico pela MovimentoCG, Rogério Pinto é um dos mais competentes profissionais de finalização e correção de cor de Pernambuco. É também um dos poucos profissionais de cinema e audiovisual no Brasil que teve experiência direta com película e mantem-se na ponta do padrão digital. Tendo iniciado sua carreira muito jovem, na Center TVRadioFo, foi câmera, montador e trucador de centenas de comerciais para TV e vários filmes da produção pernambucana dos anos 1980. Rogerinho foi um dos primeiros profissionais pernambucanos a investir na pós-produção digital de alto desempenho, sendo atualmente o mais requisitado finalizador e colorista de Pernambuco.
Para realizar a inscrição basta acessar o formulário no link (INSCRIÇÕES ENCERRADAS). A lista dos selecionados será divulgada no dia 21 de agosto nas nossas redes sociais.
É divulgado o resultado dos selecionados para participar da palestra do grupo de pesquisa em Cinema & História, com o pesquisador Arthur Lira.
A Cinemateca, no entanto, já programa outros cursos de formação e palestras para os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook.
O palestra ocorrerá no dia 16 (quinta), às 14:30h, na sede da Cinemateca Pernambucana, na Av. Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte. No primeiro andar do Cinema do Museu.
Olha que legal: o Grupo de Pesquisa em Cinema & História da Cinemateca Pernambucana promove a palestra “O historiador de olho no Cinema”, com o pesquisador Arthur Lira. Vai ser no próximo dia 16 de agosto na Cinemateca Pernambucana, às 14h30. Se você tem interesse em participar, preencha a ficha de inscrição neste link. O resultado da seleção será divulgado na sexta-feira, 10 de agosto.
Arthur Lira
Arthur Lira é mestre e doutorando em História pela UFPE. Sua pesquisa atual busca compreender a construção discursiva do Nordeste através das produções documentais financiadas pelo Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais nas décadas de 1960 e 1970.