Mostra Cinemateca Pernambucana Na Folia

Mostra Cinemateca Pernambucana Na Folia

 

A Cinemateca Pernambucana montou uma programação especial para você curtir o período carnavalesco na segurança de casa, neste período de distanciamento social. São 14 filmes, sendo um longa metragem e 13 curtas.

Os documentários mostram desde as origens do carnaval, passando pela história do frevo até as várias modalidades da folia com seus blocos, maracatus e personagens emblemáticos. Os documentários, produzidos entre os anos de 1970 a 2014, são ricos em imagens e depoimentos, dando um panorama marcante sobre a importância e riqueza da festa mais popular de Pernambuco.

A Mostra faz parte do Carnaval de Todos os Tons, promovido pela Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca), da Fundação Joaquim Nabuco. O evento vai de 8 a 17 deste mês e reúne exposições, lançamento de concurso de frevo, exibição de filmes e oficina de fantasia de papel. A programação completa está aqui.

 

SETE CORAÇÕES

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Dea Ferraz
Ano: 2014
Duração: 97 min
Sinopse: Sete vidas. Sete histórias. Sete músicos. Um ritmo. Um amor: O FREVO. A história de um eterno amor de carnaval é contada por sete maestros, embalada por uma trilha composta a 14 mãos.

 

OLHA O FREVO

 

 

 

 

 

 

Direção: Rucker Vieira
Ano: 1970
Duração: 9 min
Sinopse: O documentário conta a história e tradição do frevo no estado de Pernambuco.

 

CAPIBA ONTEM, HOJE E SEMPRE

 

 

 

 

 

 

Direção: Fernando Spencer
Ano: 1984
Duração: 10 min
Sinopse: Documentário sobre a vida e a obra do compositor Capiba.

 

SANTA DO MARACATU 

 

 

 

 

 

 

Direção: Fernando Spencer
Ano: 1980
Duração: 10 min
Sinopse: Documentário sobre as origens do Maracatu, tendo como base D. Santa, famosa rainha do Maracatu Elefante.

 

CORRIDA BONECOS GIGANTES DE OLINDA 

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Telephone Colorido
Ano: 2011
Duração: 5 min
Sinopse: Corrida dos bonecos gigantes pelas ladeiras de Olinda, no carnaval de 2011.

 

MARACATU MARACATUS

 

 

 

 

 

 

Direção: Marcelo Gomes
Ano: 1995
Duração: 14 min
Sinopse: As diferenças culturais entre as várias gerações de integrantes do Maracatu rural, ritual afro-indígena que tem suas origens nos engenhos de açúcar de Pernambuco.

 

EVOCAÇÕES… NELSON FERREIRA

 

 

 

 

 

 

Direção: Fernando Spencer, Flávio Rodrigues
Ano: 1987
Duração: 14 min
Sinopse: Documentário sobre a vida e obra do maestro e compositor Nelson Ferreira.

 

SOLTOS NA FOLIA

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Massangana Produções, Cynthia Falcão
Ano: 1998
Duração: 12 min
Sinopse: Documentário sobre o carnaval de Olinda e Recife, mostrando clubes, blocos, troças, maracatus, desfiles de agremiações, além do frevo e do samba.

 

TRAJETÓRIA DO FREVO

 

 

 

 

 

 

Direção: Fernando Spencer
Ano: 1988
Duração: 9 min
Sinopse: Documentário sobre as origens políticas e sociais do frevo, a partir do século XIX.

 

OLINDA SÓ RISO

 

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Sany Lafon Padua
Ano: 1986
Duração: 18 min
Sinopse: Neste humorado curta os personagens do Mamulengo Só Riso passam por eventos como o carnaval, o pastoril e outros folguedos, finalizando com o carnaval onde se mesclam com o povo e os bonecos gigantes.

 

CAPIBA

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Massangana Produções, Jorge José
Ano: 1988
Duração: 20 min
Sinopse: Histórias do grande compositor pernambucano, criador de trevos reconhecidos como clássicos do carnaval brasileiro.
Produção: Massangana Produções

 

VASSOURINHAS: 100 ANOS DE CARNAVAL

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Massangana Produções, Antonio Mario Cardoso, Jorge José
Ano: 1989
Duração: 14 min
Sinopse: O surgimento e a história de um dos mais tradicionais clubes carnavalescos do Recife, cujas origens se confundem com as do clássico Frevo nºl, conhecido por Vassourinhas.
Produção: Massangana Produções

 

BRINCANTES NORDESTINOS CARNAVAL – MARACATUS E CABOCLINHOS

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Massangana Produções, Luiz Felipe Botelho
Ano: 1996
Duração: 15 min
Sinopse: Origens e características de três manifestações culturais pernambucanas: o Maracatu de Baque Solto (Maracatu Rural),  o Maracatu de Baque Virado (Maracatu Nação), e os Caboclinhos.
Produção: Massangana Produções

 

LÁ VEM O FREVO

 

 

 

 

 

 

 

Direção: Massangana Produções, Luiz Felipe Botelho
Ano: 1998
Duração: 18 min
Sinopse: Amplo e variado painel sobre o Frevo. Origens, características e repercussão na cultura nacional. Abordagem da dança e da música em depoimentos de mestres, cantores e compositores.
Produção: Massangana Produções

Diretor da semana: Ary Severo

Diretor da semana: Ary Severo

 

 

A cada semana, O Cinema da Fundação irá introduzir o público a um diretor diferente, contando um pouco sobre sua história e trabalho.  Diretores pernambucanos aparecerão também no site e nas mídias da Cinemateca, assim como o nosso primeiro realizador dessa série, Ary Severo.

Produtor, diretor, roteirista e ator. Luís de França da Rosa Torreão, mais conhecido por Ary Severo, é um dos realizadores mais importantes do cinema pernambucano.

Nascido em 1903, foi um dos  idealizadores do Ciclo do Recife, que marcou a história do audiovisual brasileiro de 1923 a 1931.

Foi diretor de Jurando Vingar (1925), O Destino das Rosas (1930) e da comédia O Herói do Século (1926). Fundou com o amigo Edson Chagas a Aurora Film, em 1922, e depois a Spia Film, em 1929. 

Na foto, Ary Severo interpreta um dos pescadores de Aitaré da Praia, de Gentil Roiz, de 1925. No filme, contracenou com a atriz Almery Esteves, com quem se casou.

Conheça mais sobre o diretor e assista aos filmes do Ciclo do Recife aqui no portal da Cinemateca Pernambucana.

 

Acesse aqui os filmes do Ciclo do Recife disponíveis no acervo da Cinemateca Pernambucana:

Retribuição
Direção: Gentil Roiz
Ano: 1924
Duração: 30 min
Sinopse: A história da mocinha que recebe do pai moribundo um mapa do tesouro e, auxiliada pelo galã, enfrenta os bandidos, também dispostos a colocar a mão na fortuna.

 

Jurando Vingar
Direção: Ary Severo
Ano: 1925
Duração: 49 min
Sinopse: O plantador de cana Júlio Serra se apaixona por Berta, uma moça que trabalha em um bar.

 

Aitaré da Praia
Direção: Gentil Roiz
Ano: 1925
Duração: 60 min
Sinopse: Aitaré namora Cora, uma moça da aldeia. Numa viagem de jangada em dia tempestuoso, ele salva o roco Coronel Felipe Rosa e sua filha, que ficam retidos nessa pequena aldeia de pescadores até a chegada de um barco, que os leva de volta à cidade de Recife. Por causa das intrigas, Cora e Aitaré se desentendem. Somente cinco anos mais tarde, tudo será esclarecido e eles se reconciliarão.

 

A Filha do Advogado
Direção: Jota Soares
Ano: 1926
Duração: 90 min
Sinopse: O advogado Dr. Paulo Aragão, antes de seguir viagem para a Europa, conta seu segredo ao amigo jornalista Lúcio: tem uma filha biológica, Heloisa, que vive com a mãe numa casa da fazenda de Paulo. Lucio fica com a incumbência de providenciar a mudança delas para a capital. Ele então entra em contato com Heloisa e a mãe dela, Lucinda e, com a chegada das duas, Heloisa e Lucio começam discreto namoro. Ela e a mãe vão ter que enfrentar a ganância de diversas pessoas, entre elas Helvécio, também filho do Dr. Paulo Aragão, e Gerôncio, o empregado.

 

Revezes
Direção: Chagas Ribeiro
Ano: 1927
Duração: 48 min
Sinopse: Jacinto, dono de uma próspera fazenda, é um homem mau, soberbo e violento; ausentava-se frequentemente para ir às feiras de gado. Seu filho, também perverso, procura conquistar Célia, filha do vaqueiro Augusto, mas ela gosta de Carlos, filho do vaqueiro Anselmo.

Funcionamento On-line

Funcionamento On-line

 

Devido à pandemia do COVID 19, o espaço físico da Cinemateca Pernambucana está fechado para visitação presencial.

O acesso aos filmes pernambucanos do acervo on-line permanece funcionando normalmente através do portal da Cinemateca.

Em caso de dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail: cinematecapernambucana@gmail.com

Selecionados para A Oficina de Continuidade com Adelina Pontual

Selecionados para A Oficina de Continuidade com Adelina Pontual

 

A nossa Oficina de Continuidade com Adelina Pontual é um sucesso! A Cinemateca Recebeu 125 inscrições e foram selecionados 30 inscritos. As aulas irão ocorrer totalmente online, pela plataforma Google Meet. A oficina será dividida em dois módulos, o primeiro nos dias 6, 7 e ‪8 de outubro‬ e o segundo nos dias 13, 14, ‪15 de outubro‬, sempre das 15h às 17h.

A diretora abordará tópicos relacionando continuidade com direção, montagem, decupagem e roteiro. Versará ainda sobre o trabalho no set de filmagem e estudo das cenas produzidas.

Segue abaixo os 30 selecionados para as aulas:

André Luiz Machado de Lima
Annyela Gomes Rocha de Oliveira (Anny Stone)
Auana da Câmara Lima
Carla Francine Pedrosa Ferreira
Cladisson Rafael Pereira de Mélo
Daniel do Nascimento Santos
Edson José Bastos de Oliveira Júnior
Felipe Aufiero
Felipe Davson Pereira da Silva
Fernanda Santos de Oliveira
Gabriel Ribeiro Coêlho
Giulianna Miguel
Hans Lima Spelzon
Hellen Laílla Ferreira
Hevelyne Figueirêdo Pereira
Inajara Diz Santos
Joana Claude
Lucio mauro lira
Maria Gabriela de Miranda Costa
Marlom Meirelles
Milena Times
Paloma Palacio
Pedro José de Barros Paes Barretto Tavares Uchôa
Raphaela Gomes De Oliveira
Rayanne Soares da Paz

Rita de Cássia Luna SalesStefano Lopes dos Santos
Tauana Uchôa
Thiago das Mercês Andrade
Victor Laet

Enviamos email para os indicados acima, com as instruções para o acesso à oficina. Pedimos por gentileza que respondam confirmando a sua presença. Caso contrário, a vaga será repassada para outro inscrito que está na lista de espera.

A Cinemateca agradece a todos que tiveram interesse.

Oficina de Continuidade Audiovisual com Adelina Pontual

Oficina de Continuidade Audiovisual com Adelina Pontual

Estão abertas as inscrições para a oficina promovida pela Cinemateca Pernambucana “Continuidade no Audiovisual”, com a cineasta Adelina Pontual.

Desta vez, as aulas irão ocorrer totalmente online, pela plataforma Google Meet. A oficina será dividida em dois módulos, o primeiro nos dias 6, 7 e ‪8 de outubro‬ e o segundo nos dias 13, 14, ‪15 de outubro‬, sempre das 15h às 17h.

A diretora abordará tópicos relacionando continuidade com direção, montagem, decupagem e roteiro. Versará ainda sobre o trabalho no set de filmagem e estudo das cenas produzidas.

A inscrição da oficina é gratuita e pode ser feita aqui no link do formulário, até terça-feira (29).

 

Adelina Pontual

A diretora, roteirista, continuísta e mestra em comunicação Adelina Pontual é um dos maiores nomes do cinema pernambucano e já trabalhou em produções como Central do Brasil, de Walter Salles (1998), Carandiru, de Héctor Babenco (2003), Era Uma vez, Eu Verônica de Marcelo Gomes (2012), Tatuagem de Hilton Lacerda (2013), Que Horas Ela Volta, de Anna Muylaert (2015).

Dirigiu e roteirizou o longa Rio Doce/CDU e curtas-metragem como ReTratro (2012), Véio (2005), O Pedido (1999), Cachaça (1995) entre outros. Todos disponíveis aqui no portal da Cinemateca.

É Mestra em comunicação pela UFPE, com a dissertação ”Continuidade Cinematográfica e Narrativas Contemporâneas”. Formada em Comunicação Social pela UFPE e em Cinema pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV), em Cuba, já ministrou diversos cursos de continuidade como: ”Oficina de Continuidade Cinematográfica” produzida pela Canne/Fundaj, módulo de continuidade no Curso de ”Formação Profissional para Cinema”, pelo Instituto Icuman, módulos de Assistência de Direção e Continuidade no curso regular de Cinema na  Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV).

Coleção Cinemateca lança seus dois primeiros títulos

Coleção Cinemateca lança seus dois primeiros títulos

Serão lançados nesta sexta (17) os dois primeiros volumes da Coleção Cinemateca Pernambucano, da Editora Massangana da Fundação Joaquim Nabuco. O lançamento será em live, pelo canal do Youtube da Fundaj.

A Brodagem no Cinema em Pernambuco, de Amanda Mansur, será lançado às 17 horas, com mediação do pesquisador Paulo Cunha. Verouvindo: audiodescrição e o som do cinema, de Liliana Tavares, será às 18 horas com mediação de Túlio Rodrigues, chefe da Divisão de Acessibilidade do Cinema da Fundação.

“A coleção surge para difundir ainda mais o cinema produzido em Pernambuco, reunindo obras com abordagens históricas, técnicas e estéticas consideradas essenciais para o campo audiovisual. Além da questão da acessibilidade, que buscamos alcançar plenamente no Cinema da Fundação por meio do Projeto Alumiar”, destacou a coordenadora do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana, Ana Farache.

Os dois primeiros volumes da Coleção Cinemateca Pernambucana resultam das teses de doutorado das autoras.

A Brodagem no Cinema em Pernambuco aborda o suporte da produção e da qualidade do cinema pernambucano, que, para a autora Amanda Mansur, está totalmente vinculado a uma comunidade de afetos. Ela estuda o cinema pernambucano desde 2007. “A ideia de escrever o livro se deu justamente pelo fato de eu ter trabalhado com alguns cineastas que ainda hoje produzem no estado. Acompanhei a formação dos grupos de perto. A configuração dos grupos está ligada aos laços de amizade, valores e outros sentimentos compartilhados em torno de uma estrutura social da brodagem”, afirmou Amanda, doutora Comunicação pela UFPE.

Para a pesquisado e professora em Cinema da UFPe, essa relação vai para além dos filmes. “Tem sintonia também com os espaços do Recife. Todas essas pessoas configuram uma comunidade de afeto que é representada a partir do cinema. A relação entre as pessoas e a formação dos grupos é uma constante na história do cinema pernambucano. Isso também foi fundamental para a sua existência. Mas é claro que essa maneira de produzir cinema, no contexto de brodagem, vai mudar ao longo dos anos. Inicialmente surgiu por uma questão de deficiência financeira”, completou.

A obra Verouvindo: audiodescrição e o som do cinema” traz exemplos de filmes produzidos com acessibilidade, especificamente para pessoas cegas ou com baixa visão. Um deles é o curta metragem “AutoFalo”, escrito e dirigido por Caio Dornellas, produtor audiovisual natural de Goiana/PE.

“Verouvindo é um festival acessível. Foi o primeiro evento que impulsionou a acessibilidade de filmes em Pernambuco. No livro, falo sobre a audiodescrição e o som no cinema, mostrando como essa camada sonora adicionada ao filme traduz as imagens para deficientes visuais. A audiodescrição dialoga com o script do filme, com a música, com os efeitos sonoros e com a narração. Por ser parte criativa, todas as funções da audiodescrição são pensadas antes mesmo da produção do filme”, ressaltou Liliana Tavares.

Os dois livros podem ser adquiridos na Editora Massangana, na sede da Fundaj em Casa Forte, pelo valor de R$ 20.

SERVIÇO
A Brodagem no Cinema em Pernambuco (17h – autora: Amanda Mansur; mediador: cineasta Paulo Cunha); “Verouvindo: audiodescrição e o som do cinema (18h – autora: Liliana Tavares; mediador: chefe da Divisão de Acessibilidade do Cinema da Fundaj, Túlio Rodrigues)

O Curta Alumiar foi sucesso no portal da Cinemateca

O Curta Alumiar foi sucesso no portal da Cinemateca

O Curta Alumiar – I Mostra de Curtas Pernambucanos Acessíveis On-line da Fundaj – foi um sucesso! Durante os dias 18 e 19 de junho, o público com deficiência pode ter uma programação dirigida a eles. Oito curtas pernambucanos foram exibidos on-line com Audiodescrição, Janela de Libras e Legenda para Surdos e Ensurdecidos, no portal da Cinemateca Pernambucana.

O público marcou presença virtualmente, assistindo aos filmes na segurança de suas casas neste período de pandemia. No dois dias da mostra, o portal da Cinemateca Pernambucana teve quase 1.000 acessos e os filmes acessíveis registraram mais de 500 visualizações. Esses números ainda devem aumentar, já que os filmes ficarão disponíveis permanentemente para acesso no acervo do portal. Acesse aqui a Mostra.

A mostra é uma ação do Projeto Alumiar de Cinema Acessível, que desde 2017, produz e exibe filmes com acessibilidade comunicacional no Cinema da Fundação. A expectativa é de que quando as atividades do cinema voltarem, a Mostra Curta Alumiar ganhe uma versão presencial, com a presença do público com deficiência e dos diretores dos filmes.

Curta Alumiar – I Mostra de Curtas Pernambucanos Acessíveis On-line da Fundaj

Curta Alumiar – I Mostra de Curtas Pernambucanos Acessíveis On-line da Fundaj

 

O Curta Alumiar – I Mostra de Curtas Pernambucanos Acessíveis On-line da Fundaj, com filmes com acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiências visuais e auditivas, reúne oito curtas pernambucanos de diferentes gêneros e formatos, com os recursos de Audiodescrição, Libras e Legenda para Surdos e Ensurdecidos.

Os filmes abordam temáticas importantes da cultura pernambucana, como a fé do povo sertanejo, o Cavalo Marinho, a xilogravura, a poesia de João Cabral de Melo Neto e a vida de Clarice Lispector no Recife quando menina. Também compõem a mostra um documentário histórico sobre a sala cinema mais antiga do Recife e ficções que discutem sobre deficiência e bullying.

A Mostra Curta Alumiar também terá sua versão presencial tão logo as salas do Cinema da Fundação forem reabertas ao público. Após a mostra os curtas farão parte do nosso acervo no link Acessibilidade. Essa é mais uma atividade promovida pelo Projeto Alumiar de Cinema Acessível, da Coordenação de Cinema e a Cinemateca Pernambucana da Fundaj.

 

Acesse abaixo os curtas da Mostra do dia 18 (quinta-feira):

 
A Árvore do Dinheiro

Frame do filme A Árvore do Dinheiro. Clique para assistir ao filme.

Brasil | 2002 | 7 min | Livre | Animação
Direção
| Marcos Buccini, Diego Credidio
Sinopse | Uma animação toda em Literatura de Cordel, uma arte popular da cultura do Nordeste.

 

A Onda Traz, O Vento Leva

Brasil | 2010 | 28 min | 12 anos | Ficção | Desvia
Direção | Gabriel Mascaro
Sinopse | Rodrigo é surdo e trabalha numa equipadora instalando som em carros. O filme é uma jornada sensorial sobre um cotidiano marcado por ruídos, vibrações, incomunicabilidade, ambiguidade e dúvidas.

 

Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos

Brasil | 2009 | 12 min | Livre | Documentário | Aurora Cinema
Direção | Camilo Cavalcante
Sinopse: Um registro poético do imaginário popular do Sertão, às 18 horas, quando toca na rádio a Ave Maria Sertaneja, interpretada por Luis Gonzaga.

 

Cinema Glória

Brasil | 1979 | 16 min | 10 anos | Documentário
Direção | Fernando Spencer, Felix Filho
Sinopse | O mais antigo cinema do Recife, na época das filmagens em funcionamento desde 1926 na Praça do Mercado de São José, na visão dos seus frequentadores: camelôs, prostitutas, biscateiros. Depoimentos de Jota Soares, Liêdo Maranhão, Bajado e Celso Marconi, Maria José Leite.

 

Acesse abaixo os curtas da Mostra do dia 19 (sexta-feira):

 
Clandestina Felicidade

Brasil | 1998 | 14 min | Livre | Ficção
Direção | Beto Normal, Marcelo Gomes
Sinopse | Fragmentos da infância da escritora Clarice Lispector, em Recife, 1929. Sua paixão pela leitura, seu olhar curioso e perplexo, a descoberta do mundo.

 

Nº 27

Brasil | 2008 | 20 min | 14 anos | Ficção | Trincheira Filmes
Direção | Marcelo Lordello
Sinopse | O banheiro tá na limpeza. – Luiz responde, segurando a maçaneta com toda força. – Limpeza? Deixa de conversa porra, abre a porta! – O banheiro tá na limpeza, procura outro, por favor. – Que limpeza…abre logo a porta eu quero mijar, velho! – Meu irmão, você pode chamar o coordenador, por favor…

 

Recife de Dentro pra Fora

Brasil | 1997 | 16 min | Livre | Documentário | Arrecife Produções
Direção | Katia Mesel
Sinopse | Filme inspirado em poema de João Cabral de Melo Neto e sua vida no Capibaribe.

 

Salu e o Cavalo Marinho

Brasil | 2014 | 13 min | Livre | Animação
Direção | Cecília da Fonte Alves
Sinopse: Salu é um menino que mora na cidade de aliança e sonha em ser artista.

Cinema da Fundação promove o Curta Alumiar

Cinema da Fundação promove o Curta Alumiar

Nos próximos dias 18 e 19 de junho, o Cinema da Fundação promove o Curta Alumiar – I Mostra de Curtas Pernambucanos Acessíveis On-line da Fundaj, para pessoas com deficiências visuais e auditivas. A mostra lança oito curtas acessíveis de diferentes gêneros e formatos, disponíveis para serem assistidos aqui no portal da Cinemateca Pernambucana.

Os curtas entrarão no link da Mostra e ficarão permanentemente no portal. “Essa mostra para a difusão de novos filmes acessíveis foi pensada para que pessoas cegas, com baixa visão, surdas ou ensurdecidas também tenham opção de acessar, da segurança de casa, uma produção cultural de qualidade durante este período de isolamento social”, diz a coordenadora do Cinema e da Cinemateca Pernambucana da Fundação Joaquim Nabuco, Ana Farache.

A coordenadora ressalta que a acessibilidade comunicacional dos curtas foi produzida pela Fundaj e que a mostra é mais uma atividade promovida pelo projeto Alumiar de Sessão Acessível do Cinema da Fundação, criado no final de 2017. O Alumiar oferece um espaço de inclusão social e cultural para as pessoas com deficiências sensoriais e tornou o Cinema da Fundação o primeiro do Brasil a tornar filmes acessíveis e a exibir sua programação regular longas nacionais com três modalidades de acessibilidade comunicacional: Audiodescrição (AD) para pessoas cegas ou com baixa visão; Língua Brasileira de Sinais (Libras) para pessoas surdas, e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE).

O Alumiar destina-se, também, a estudantes, profissionais e pesquisadores da área da acessibilidade, produtores de audiovisual, estudantes de artes visuais e ao público em geral. Além de colaborar para a formação de um novo público a partir da inserção de pessoas com deficiências sensoriais no universo do cinema, a ação inclusiva criou um canal de diálogo com profissionais da acessibilidade, promovendo debates e encontros sobre acessibilidade nas salas de cinema.

 

PROGRAMAÇÃO – Mostra Curta Alumiar

18 de junho (quinta), a partir das 14h:
A Árvore do Dinheiro de Marcos Buccini e Diego Credidio
A Onda Traz, O Vento Leva de Gabriel Mascaro
Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos de Camilo Cavalcante
Cinema Glória de Fernando Spencer e Felix Filho

19 de junho (sexta), a partir das 14h:
Clandestina Felicidade de Beto Normal e Marcelo Gomes
Nº 27 de Marcelo Lordello
Recife de Dentro pra Fora de Kátia Mesel
Salu e o Cavalo Marinho de Cecília da Fonte Alves

 

A Mostra Alumiar estará disponível AQUI.

 

Sobre os filmes

A Árvore do Dinheiro
Direção: Marcos Buccini, Diego Credidio
Categoria: Animação, Ano: 2002, Duração: 7 min
Sinopse: Uma animação toda em Literatura de Cordel, uma arte popular da cultura do Nordeste.
Classificação Indicativa: Livre

A Onda Traz, O Vento Leva
Direção: Gabriel Mascaro
Categoria: Ficção, Ano: 2010, Duração: 28 min
Sinopse: Rodrigo é surdo e trabalha numa equipadora instalando som em carros. O filme é uma jornada sensorial sobre um cotidiano marcado por ruídos, vibrações, incomunicabilidade, ambiguidade e dúvidas.
Classificação Indicativa: 12 anos

Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos
Direção: Camilo Cavalcante
Categoria: Documentário, Ano: 2009, Duração: 12 min
Sinopse: Um registro poético do imaginário popular do Sertão, às 18 horas, quando toca na rádio a Ave Maria Sertaneja, interpretada por Luis Gonzaga.
Classificação Indicativa: Livre

Cinema Glória
Direção: Fernando Spencer, Felix Filho
Categoria: Documentário, Ano: 1979, Duração: 16 min
Sinopse: O mais antigo cinema do Recife, na época das filmagens em funcionamento desde 1926 na Praça do Mercado de São José, na visão dos seus frequentadores: camelôs, prostitutas, biscateiros. Depoimentos de Jota Soares, Liêdo Maranhão, Bajado e Celso Marconi, Maria José Leite.
Classificação Indicativa: 10 anos

Clandestina Felicidade
Direção: Beto Normal, Marcelo Gomes
Categoria: Ficção, Ano: 1998, Duração: 14min
Sinopse: Fragmentos da infância da escritora Clarice Lispector, em Recife, 1929. Sua paixão pela leitura, seu olhar curioso e perplexo, a descoberta do mundo.
Classificação Indicativa: Livre

Nº 27
Direção: Marcelo Lordello
Categoria: Ficção, Ano: 2008, Duração: 20 min
Sinopse: O banheiro tá na limpeza. – Luiz responde, segurando a maçaneta com toda força. – Limpeza? Deixa de conversa porra, abre a porta! – O banheiro tá na limpeza, procura outro, por favor. – Que limpeza…abre logo a porta eu quero mijar, velho! – Meu irmão, você pode chamar o coordenador, por favor…
Classificação Indicativa: 14 anos

Recife de Dentro pra Fora
Direção: Katia Mesel
Categoria: Documentário, Ano: 1997, Duração: 16 min
Sinopse: Filme inspirado em poema de João Cabral de Melo Neto e sua vida no Capibaribe.
Classificação Indicativa: Livre

Salu e o Cavalo Marinho
Direção: Cecília da Fonte Alves
Categoria: Animação, Ano: 2014, Duração: 13 min
Sinopse: Salu é um menino que mora na cidade de aliança e sonha em ser artista.
Classificação Indicativa: Livre

FestCurtas Fundaj totalmente on-line

FestCurtas Fundaj totalmente on-line

O Cinema da Fundação realiza o FestCurtas Fundaj 2020 – I Festival Nacional de Curtas do Cinema da Fundação On-line, aberto a realizadores de todo o Brasil. Poderão participar filmes de até 30 minutos sejam ficção, documentário ou animação.

Este é o primeiro festival de cinema realizado pela Fundação Joaquim Nabuco e acontecerá totalmente on-line, desde as inscrições, seleção, exibição e premiação. As inscrições vão até a 15 de junho. Os interessados devem conferir o regulamento, se inscrever e enviar seus filmes pelo site festcurtasfundaj.com.br

O festival é mais uma ação da Fundaj que visa manter nossas atividades nessa época de isolamento social, levando ao público a força e beleza do cinema brasileiro.

Serão aceitos curtas produzidos a partir de junho de 2018. Os filmes selecionados serão anunciados depois do dia 25 junho de 2020. O FestCurtas também terá sua versão presencial no Cinema da Fundação logo após a reabertura das sua salas com o final do isolamento social. O FestCurtas Fundaj 2020 será na primeira semana de julho.

 

Uptade – 16 de junho de 2020:
Inscrições encerradas

As inscrições para o Festcurtas Fundaj 2020 estão encerradas. Foram 520 curtas de todos os cantos do Brasil. O que não falta é filme massa para gente assistir e selecionar! E fique ligado, que iremos anunciar os selecionados em breve. Você pode estar entre eles!

Uptade – 25de junho de 2020:
Datas

O Festcurtas aconteceu de 07 a 12 julho.