A Cinemateca Pernambucana apoia o Projeto Trela Audiovisual, que oferece cursos gratuitos de cinema e audiovisual para jovens

A Cinemateca Pernambucana apoia o Projeto Trela Audiovisual, que oferece cursos gratuitos de cinema e audiovisual para jovens
A sexta edição do Trela Audiovisual está com inscrições abertas para o curso de cinema e audiovisual, oferecendo 24 vagas de forma gratuita para adolescentes entre 15 e 18 anos (50% de vagas para alunos de escolas públicas). Com apoio da Cinemateca Pernambucana e da Fundação Joaquim Nabuco, as aulas acontecerão de 15 a 26 de janeiro de 2024, na Fundaj (Campus Derby), durante 1 turno (manhã ou tarde). Informações detalhadas serão enviadas aos alunos selecionados. O curso também oferecerá lanche e vale transporte aos participantes.
As inscrições podem ser  feitas até o dia 31 de dezembro, pelo e-mail: trelaaudiovisual@gmail.com, pelo  link na bio do perfil do instagram @trelaaudiovisual ou pelo site www.trelaaudiovisual.com.br. Todos esses links levarão os interessados ao formulário de inscrição.
A oficina abordará conhecimentos teóricos e práticos do audiovisual, empoderando o olhar crítico do aluno, que irá passar por todas as etapas de criação de vídeo, do roteiro e gravação até a edição. No final do curso, os participantes irão produzir um curta-metragem com orientação dos professores. As aulas contam com carga horária total de 60h. Não é necessário ter nenhuma formação prévia para se inscrever. O resultado da seleção será divulgado no Instagram oficial do projeto (@trelaaudiovisual).

Sobre: O Trela Audiovisual é coordenado por Vinicius Gouveia (mestre em Mídia pela Maynooth University e graduado em Cinema e Audiovisual pela UFPE e pela Université Rennes 2) e Ingrid Xavier (Produtora da Cinemateca Pernambucana e graduada em Cinema e Audiovisual pela UFPE), a partir da demanda de formação juvenil em audiovisual no Recife.

A oficina é financiada pelo 16º EDITAL DO PROGRAMA DE FOMENTO À PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO – FUNCULTURA 2021/2022. O projeto Trela Audiovisual já formou mais de 100 alunos tendo, inclusive, ex-alunos do curso premiados em festivais de cinema, como o Cine PE.
SERVIÇO
Curso: Cinema e audiovisual para adolescentes entre 15 e 18 anos
Vagas: 24 vagas (50% de vagas para alunos de escolas públicas)
Inscrições: até o dia 31 de dezembro, pelo e-mail: trelaaudiovisual@gmail.com, pelo  link na bio do perfil do insta @trelaaudiovisual ou pelo site www.trelaaudiovisual.com.br.
Data e local: 15 a 26 de janeiro de 2024, na Fundaj (Campus Derby), durante 1 turno (manhã ou tarde).
Custo: GRATUITO

Mostra Comemorativa – Ciclo do Recife: 100 Anos

Mostra Comemorativa – Ciclo do Recife: 100 Anos

Os anos 1920 foi um período de intensa atividade cinematográfica no estado de Pernambuco, neste período destacam-se as produções conhecidas como Ciclo do Recife (1923 a 1931). Com a novidade das máquinas de captura de movimento e exibições fazendo sucesso e fervendo entre os pernambucanos, não tardou a criação da produtora Aurora-Film, fundada por Edson Chagas e Gentil Roiz, com o apoio de Ary Severo. A pioneira tinha o objetivo de rodar filmes de enredo no estado e se inicia no cenário com a produção de Retribuição, em 1923. O filme com roteiro e direção de Gentil Roiz e fotografia de Edson Chagas, foi estrelado por Almery Steves, a primeira atriz do cinema pernambucano, e Barreto Júnior. A produção levou quase dois anos para concluído, teve sua estreia no Cine Royal (localizado na Rua Nova), e foi um sucesso de público.

Durante a realização do Ciclo, Pernambuco foi palco de 13 longas-metragens, que ganharam as telas dos cinemas da cidade e alguns de outros estados do país. Por isso, a Cinemateca Pernambucana planejou uma homenagem aos 100 anos do Ciclo do Recife! A Mostra é parte da programação da 26ª Mostra Retrospectiva/Expectativa do Cinema da Fundação, em três sessões espalhadas pelas salas Derby, Museu e Porto, serão exibidos quatro filmes do mais prolífero dos Ciclos Regionais da década de 1920 no Brasil.

Entre os destaques da Mostra, está a exibição da nova cópia digital de Retribuição (Gentil Roiz, 1925), considerado o primeiro filme de ficção pernambucano. A nova cópia foi produzida pela Cinemateca Brasileira, e é uma digitalização em 4k a partir de uma cópia de imagem em película de nitrato (suporte fílmico utilizado até a década de 1950). A cópia digital de Retribuição reproduz as cores do material em nitrato e apresenta uma qualidade de imagem muito superior às cópias disponíveis comumente.

A sala Derby dá a largada destas sessões especiais, a partir da exibição conjunta de “Retribuição” (1924), no qual uma mocinha recebe do pai um mapa do tesouro e, auxiliada por um charmoso companheiro, enfrenta os bandidos, também dispostos a colocar a mão na fortuna, e “Revezes” (1927), um filme que gira em torno de um ambiente rural dominado por um fazendeiro cruel que explora os vaqueiros e age como um tirano.

Logo após a exibição, que será aberta ao público, haverá um debate sobre os filmes com o crítico e pesquisador de cinema, Alexandre Figueirôa, e com a presença da equipe da Cinemateca Pernambucana.

A bilheteria abre uma hora antes da sessão para a retirada dos ingressos gratuitos.

 

SESSÕES

08/12/2023, SEXTA-FEIRA (DERBY)
19h30 – Revezes… + Retribuição
Após a sessão debate com Alexandre Figueirôa

16/12/2023, SÁBADO (MUSEU)
14h30 – Aitaré da Praia

20/12/2023, QUARTA-FEIRA (PORTO)
19h – A Filha do Advogado

 

ENTRADA GRATUITA EM TODAS AS SESSÕES

Mostra Felipe André Silva

Mostra Felipe André Silva

Felipe André Silva (Recife, 1991) é cineasta e poeta. No cinema dirigiu, entre outros, os longas Santa Monica (2015), e Passou (2020), e o curta Cinema contemporâneo (2019). Atuou também como produtor e preparador de elenco em diversos projetos, e colabora regularmente como curador no festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Na literatura lançou os plaquetes o escritor antônio xerxenesky, o aniversário de billie eilish, e o autocad de britney spears, e agora comanda a &legal edições, microeditora digital dedicada a poesia contemporânea e traduções informais.

A partir de hoje,  no portal da Cinemateca Pernambucana, você pode assistir a uma mostra com os filmes de Felipe André Silva. 

Assista aos filmes

Um Homem Sentado no Corredor
2017 | 72 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| Tanta gente no mundo e nós aqui, quem diria.

 

Feliz Ano Novo
2017 | 17 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse|  As alegrias serão de todos.

 

Fronteira
2016 | 11 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| Eu não quero estar certo.

 

A Ilha no Centro do Mundo
2016 | 22 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| O mundo acaba amanhã, nada mudou por aqui.

 

Santa Monica
2015 | 70 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| 3 da manhã, voo 2435, mala azul. foi pra não voltar.

 

O Ídolo Caído
2015 | 11 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| Na imagem, um reencontro.

 

Avec Soleil
2014 | 11 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| No meu sonho a gente conversava sobre como nossos desejos não faziam sentido para mais ninguém, mas você não tinha morrido, e eu era Chris Marker.

 

Diálogo
2013 | 25 min
Direção| Felipe André Silva
Sinopse| Uma conversa entre duas ou mais pessoas.

 

Mostra Simião Martiniano

Mostra Simião Martiniano

Artes marciais, comédia e bangue-bangue são a marca do cineasta Simião Martiniano. Nascido em Alagoas, radicado em Pernambuco ainda na década de 50. Iniciou a sua carreira nos anos 70, com filmes de baixo orçamento, entre eles “O Vagabundo da Faixa Preta”, “A Moça e o Rapaz Valente”, “O Herói, Trancado”. Simião roteirizava, dirigia, atuava e produzia as suas obras, além de trabalhar como comerciante informal no Centro do Recife. Fato que lhe rendeu o apelido “O Camelô do Cinema”, usado como título de um documentário sobre sua vida e obra, dirigido pelos cineastas Hilton Lacerda e Clara Angélica em 1998.

A partir de hoje,  no portal da Cinemateca Pernambucana, você pode assistir a uma mostra com todos os filmes de Simião além de filmes sobre o realizador. O já citado “Simião Martiniano – O Camelô do Cinema” e o de José Manoel, seu grande parceiro criativo, “A Maldição de Simião”.

 

Assista aos filmes

O Herói, Trancado
1989 | 122 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | Trancado embarca em uma viagem para vingar o assassinato do seu irmão e recuperar a sua honra.

A Rede Maldita
1991 | 138 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano, Antonio Ventura
Sinopse | No agreste pernambucano, um homem encontra uma misteriosa rede cheia de dinheiro no meio da rua. Porém, ao pagar o que ele deve a um fazendeiro, uma série de problemas começam a surgir para ele e a sua mulher Sofia.

O Vagabundo Faixa Preta
1992 | 96 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | O Vagabundo Faixa Preta conta a história de um habilidoso lutador de caratê que ganha a vida fazendo demonstrações de artes marciais na rua. Na cidade de Colorado, ele é hostilizado por caratecas de academias locais, que decidem eliminá-lo.

A Mulher e o Mandacaru
1996 | 76 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano, Antônio Ventura
Sinopse | A história reúne um homem em decadência econômica, uma prostituta cansada da profissão e irmãos malfeitores procurando confusão.

Traição no Sertão
1997 | 105 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | Uma história cheia de violência, romance e ação. Uma ficção que relata um fato verídico na vida de um menino abandonado, e depois adotado por um capitão. No decorrer da história houve vários conflitos entre o capitão e dois coroneis.

A Moça e o Rapaz Valente
1999 | 120 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | A história de um rapaz solitário que vive pelos engenhos, audaz, destemido e também sedutor. Até que um dia conhece e se apaixona pela filha do Coronel.

A Valize Foi Trocada
2007 |110 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | Um homem esquece uma mala cheia de dinheiro em uma farmácia. Após isso, outro homem chega na loja com uma mala deixa de canos e torneiras e troca as malas por engano.

Show Variado
2010 | 35 min |Ficção
Direção | Simião Martiniano
Sinopse | O Show Variado é o último filme de Simião Martiniano. Esse média metragem é um compilado de esquetes cômicas que foram escritas, produzidas e protagonizadas pelo prórpio Simião.

A Volta do Filho da Terra
2014 | 18 min | Ficção
Direção | Simião Martiniano, José Manoel
Sinopse|Uma história de emoções e drama, que relata fatos verídicos na vida do cineasta Simião Martiniano. O menino que aos 10 anos de idade abandonou sua família e saiu de casa por causa de uma surra que levou do seu pai. Saiu sem destino, passou fome e vivia perambulando pelas ruas. 65 anos depois, o menino volta à sua terra natal em busca de sua família.

 

Filmes sobre o Diretor:

Simião Martiniano: O Camelô do Cinema
1998 | 14 min | Documentário
Direção | Hilton Lacerda, Clara Angélica
Sinopse |A história de Simião Martiniano, homem que divide seu tempo entre os ofícios de
camelô e cineasta.

A Maldição de Simião
2009 | 15 min | Ficção
Direção | José Manoel
Sinopse | Simião Matiniano vive assombrado por figuras curiosas.

Mostra Cinemateca Pernambucana – 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco

Mostra Cinemateca Pernambucana – 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco

A Cinemateca Pernambucana da Fundação Joaquim Nabuco participa da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, promovida pela Fundarpe. A Semana vai de 16 a 24 de agosto, com o tema Estações do Patrimônio: redes, memórias e afetos. Separamos cinco filmes do nosso acervo que mostram cenas urbanas e rurais de Pernambucano, das décadas de 20 e 30 do século passado. Além da mostra, teremos palestra com o pesquisador Paulo Cunha sobre a Cinemateca Pernambucana. Aproveitem.

 

16 A 24 DE AGOSTO – Mostra da Cinemateca Pernambucana – FUNDAJ

17 DE AGOSTO – 18h às 19h – Live – Conexão Patrimônio: Audiovisual com o pesquisador Paulo Cunha, consultor da Cinemateca Pernambucana (FUNDAJ).
Mediação: Renata Echeverria Martins – GGPPC/Fundarpe
Plataforma: Youtube.com/secultpe

 

Assista aos filmes

A Filha do Advogado 


1926 | 90 min | Ficção
Direção | Jota Soares
Sinopse | O advogado Dr. Paulo Aragão, antes de seguir viagem para a Europa, pede ao seu amigo Lúcio que traga Heloisa para capital, sua filha biológica que mantinha em segredo. A chegada dela e sua mãe atiçarão a ganância de Helvécio, seu irmão, e Gerôncio, empregado da família.

 

Veneza Americana

1925 | 68 min | Documentário
Dir | Ugo Falangola, J. Cambieri
Sinopse | Um documentário mudo sobre o belíssimo progresso de Pernambuco, com destaque na construção do novo cais de Recife.

 

Aitaré da Praia

1925 | 60 min | Ficção
Dir | Gentil Roiz
Sinopse | A história de amor, encontros e desencontros entre Aitaré, um jangadeiro, e Cora, uma moça da aldeia.

 

A Uzina Estrelliana

1930 | 20 min | Documentário
Dir | Lux film
Sinopse | Filme produzido pela Lux Film sobre a Uzina Estrelliana, localizada na época da filmagem em Gameleira (atualmente em Ribeirão). Mostra cenas da usina, além do proprietário e sua familia, a capela, os operários, o maquinário, a barragem, o trem, o comércio local e outros aspectos do cotidiano que giram em torno da usina.

 

As Grandezas de Pernambuco

1925 | 5 min | Documentário
Dir | Chagas Ribeiro
Sinopse | Filme que mostra as realizações do Governo Sérgio Lorêto, em Pernambuco. Aspectos da cidade de Recife com um breve histórico da região e um passeio pelas localidades da capital pernambucana. O cais do porto, estabelecimentos comerciais e administrativos, igrejas, escolas e academias, mercados, hospitais, estação ferroviária, prédios públicos, ruas, logradouros e bairros. Panoramas, igrejas, ruas e banhistas na cidade de Olinda.

Livro resgata as memórias do Super-8 de Geneton Moraes Neto

Livro resgata as memórias do Super-8 de Geneton Moraes Neto

Numa parceria entre a Cinemateca Pernambucana da Fundação Joaquim Nabuco e a Revista Spia – UFPE, será lançado nesta sexta, dia 16, às 18 horas, o e-book Expedições à Noite Morena: em defesa de um cinema vadio [Fazer Super-8 no Brasil dos anos 1970], organizado pelo pesquisador Paulo Cunha. O livro resgata parte da memória do que foi a produção experimental no Recife, a partir de textos retirados de dois cadernos pessoais do cineasta e jornalista Geneton Moraes Neto (1956-2016), escritos entre 1977 e 1982.

“Tenho percebido que jornalistas, realizadores e estudantes de cinema têm cada vez mais dificuldades de compreender o que foi o surto de produção em Super-8 dos anos 1970. E nesse sentido, o livro é uma maneira de dar um mergulho profundo e divertido na história daquela geração”, explica o pesquisador, que também é consultor da cinemateca. No lançamento on-line, Paulo Cunha irá conversar com a professora Amanda Mansur, professora da Ufpe e também pesquisadora do cinema pernambucano, numa live nos perfils do Instagram da Cinemateca Pernambucana (@cinematecapernambucana) e no da Revista Spia (@spiaRevista).

Para a coordenadora da Cinemateca Pernambucana, Ana Farache, que é a editora do e-book, é gratificante ver que toda produção citada no livro está disponível on-line no portal da cinemateca. “O livro se remete a grande parte do acervo da Coleção Geneton Moraes Neto formada por 17 filmes, digitalizados pela cinemateca em 2018. Agora, os pesquisadores e público em geral dispõem também dessa publicação que mostra como foram idealizados alguns dos curtas de Geneton. O livro estará disponível gratuitamente para leitura no nosso portal”, explica.

Segundo Paulo Cunha, são nos trechos mais íntimos que se pode acompanhar a maneira como a geração do Super-8 foi percebendo a importância da expressão cinematográfica. No e-book, há também textos que foram escritos e publicados em jornais, mas que nunca tinham sido reunidos. Com projeto gráfico de Jaíne Cintra, a publicação traz ainda um vasto material iconográfico, com a reprodução de trechos dos cadernos e das reportagens, além de fotografias do período. “O livro é quase um álbum de recordações de um momento do cinema feito em Pernambuco que oscilava entre a ingenuidade e a ousadia total”.

Estão no e-book, por exemplo, os primeiros rascunhos de roteiros e poemas que seriam utilizados posteriormente nos curtas, assim como a motivação de cada um deles no instante em que foram concebidos. Por outro lado, como explica o pesquisador “o material é a defesa de um cinema mais impactante e mais simples, longe das superproduções que passaram a ser realizadas após a retomada, o que pode encher de sonhos e energia a cabeça da garotada que está se lançando hoje no audiovisual”.

Os cadernos cobrem o período que contempla a realização de onze filmes em Super-8 de Geneton Moraes Neto: Quando JK (11 min., 1977), Corinthians, Coração (8 min., 1977), América Morena I (12 min., 1977), América Morena II (20 min., 1977), A Flor do Lácio é Vadia (6 min., 1978), Esses Onze Aí: Um filme panfletário, a favor do futebol (10 min., 1978, com Paulo Cunha), Funeral para a Década de Brancas Nuvens (10 min., 1979), Fabulário Tropical (6 min., 1979), Navegar em Terra Firme (9 min., 1980), A Esperança é um Animal Nômade (9 min., 1981), Loja dos Trapos do Coração (10 min., 1982). Mesmo lançado apenas em 1983, há referências a O Coração do Cinema (16 milímetros, 18 min., com Paulo Cunha) assim como aos filmes em Super-8 anteriores a 1977: Mudez Mutante (7 min., 1973), Isso é que é (6 min., 1974, com Amin Stepple), Conteúdo Zero: Um filme para desentendidos (14 min., 1975), Recife, I Love You (10 min., 1975), Tudo, Tudo (10 min., 1975) e Verão, Veredas (14 min., 1976).

 

ACESSE AQUI O LIVRO

 

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Mostra Ciclo do Recife

Mostra Ciclo do Recife

Conheça mais sobre o Ciclo do Recife (1923-1931) nesta mostra que a Cinemateca Pernambucana disponibiliza aqui no seu portal on-line. São seis filmes do ciclo, quatro documentários e uma ficção sobre um dos mais importantes períodos do cinema pernambucano.

A programação conta com dois clássicos completos, Aitaré da Praia e A Filha do Advogado, além de Retribuição, Jurando Vingar, Revezes e Dança, Amor e Ventura, com versões incompletas, já que possuem versões originais totalmente recuperadas. Ainda temos quatro documentários, e uma ficção poética sobre o período.

O Ciclo do Recife produziu treze longas, e termina em 1931 com a chegada dos filmes americanos de som sincrônico ainda não dominada pelos realizadores.

 

Assista aos filmes

 

Filmes do Ciclo do Recife:

Retribuição (Fragmento)


1924 | 30 min | Ficção
Direção | Gentil Roiz
Sinopse | A história da mocinha que recebe do pai moribundo um mapa do tesouro e, auxiliada pelo galã, enfrenta os bandidos, também dispostos a colocar a mão na fortuna.

 

Jurando Vingar (Fragmento)


1925 | 49 min | Ficção
Direção | Ary Severo
Sinopse | O plantador de cana Júlio Serra se apaixona por Berta, uma moça que trabalha em um bar.

 

Aitaré da Praia (Completo)


1925 | 60 min | Ficção
Direção | Gentil Roiz
Sinopse | A história de amor, encontros e desencontros entre Aitaré, um jangadeiro, e Cora, uma moça da aldeia.

 

A Filha do Advogado (Completo)


1926 | 90 min | Ficção
Direção | Jota Soares
Sinopse | O advogado Dr. Paulo Aragão, antes de seguir viagem para a Europa, pede ao seu amigo Lúcio que traga Heloisa para capital, sua filha biológica que mantinha em segredo. A chegada dela e sua mãe atiçarão a ganância de Helvécio, seu irmão, e Gerôncio, empregado da família.

 

Revezes (Fragmento)


1927 | 48 min | Ficção
Direção | Chagas Ribeiro
Sinopse | O filho de Jacinto, um fazendeiro violento e soberbo como seu pai, tenta conquistar Célia, filha do vaqueiro Augusto, mas ela gosta de Carlos, filho do vaqueiro Anselmo.

 

Dança, Amor e Ventura (Fragmento)


1927 | 8 min | Ficção
Direção | Ary Severo
Sinopse | Um casal da sociedade do Recife, ao visitar uma exposição, reconhece, em um quadro que retratava uma moça cigana, sua filha que lhes tinha sido raptada quando menina. O pintor informa que a moça é do bando Bentes Lemano e os pais decidem ir à polícia.

 

 

Documentários sobre o Ciclo do Recife:

História de Amor em 16 Quadros por Segundo

1998 | 13 min | Documentário
Direção | Fernando Spencer e Amin Stepple
Sinopse | Média metragem sobre o Ciclo do Recife, com depoimentos de Ary Severo, Jota Soares, Gentil Roiz e Pedro Neves. 

 

Almeri & Ari Ciclo do Recife e da Vida

1979 | 10 min | Documentário
Direção | Fernando Spencer
Sinopse | Documentário sobre os pioneiros Ary Severo e Almery Steves, sua esposa e atriz de quatro famosos filmes do Ciclo do Recife.

 

Ciclo do Recife

2002 | 12 min | Documentário
Direção | Massangana Produções
Sinopse | Documentário sobre o Ciclo do Recife, ocorrido nos anos 20, com imagens de filmes da época e depoimentos de Alexandre Figuerôa.

 

Almery, A Estrela

2007 | 10 min | Documentário
Direção | Fernando Spencer
Sinopse |Documentário sobre a primeira atriz pernambucana Almery Steves, que atuou em quatro famosos filmes do Ciclo do Recife.

 

Ficção sobre o Ciclo do Recife:

Estrelas de Celuloide

1986 | 14 min | Ficção
Direção | Fernando Spencer
Sinopse | Uma visão poética de um chá, reunindo cinco estrelas, do Ciclo do Recife: Almery Steves, Marina Marrocos, Guiomar Teixeira, Rilda Fernandes e Mazil Jurema.