Saiu o resultado da seleção de participantes para palestra em nosso grupo de pesquisa Cinema & História, com o professor e historiador Antonio Paulo Rezende. Recebemos inscritos de diversas áreas e instituições, mas devido à lotação do espaço e dinâmica do curso, apenas 16 inscritos foram selecionados.
A palestra acontecerá no dia 04 de julho, das 15 às 17 horas, na Sala Geneton Moraes Neto, na Cinemateca Pernambucana, na Avenida 17 de Agosto, 2187, em Casa Forte. No primeiro andar do Cinema do Museu.
A Cinemateca também já programa outras palestras e cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook. Veja abaixo a lista dos selecionados:
O historiador Antonio Paulo Rezende, da UFPE, será o palestrante na próxima reunião do Grupo de Pesquisa Cinema & História, da Cinemateca Pernambucana. O historiador terá como tema a pergunta: “Como a História se relaciona com o Cinema?”. A palestra acontecerá no dia 04 de julho, das 15 às 17 horas, na Sala Geneton Moraes Neto, na Cinemateca Pernambucana, na Avenida 17 de Agosto, 2187, em Casa Forte.
Além dos membros do grupo de pesquisa, serão disponibilizadas 15 vagas. Os interessados devem preencher a ficha de candidatura neste link. O resultado da seleção será divulgado na segunda-feira, 2 de julho.
O Grupo de Pesquisa “Cinema & História” da Cinemateca Pernambucana tem como principal objetivo aprofundar os estudos sobre o cinema feito em Pernambuco. O grupo é formado por pesquisadores, professores e estudantes de diversas instituições, como a UFPE, a UFRPE, a AESO e a UNICAP.
Segundo o professor Paulo Cunha, da UFPE, “a criação da Cinemateca Pernambucana e do Grupo de Pesquisa em Cinema & História vão facilitar a produção de conhecimento sobre o cinema feito no estado e sobretudo criar uma rede para o compartilhamento de estudos. Muitos pesquisadores enfrentam desafios semelhantes e o grupo pode ajudar a superar alguns deles”.
Antonio Paulo Rezende é o primeiro palestrante do Grupo Cinema & História
Para fortalecer o intercâmbio, faz parte do cronograma do grupo a realização de palestras com pesquisadores convidados e a promoção de cursos, como a do historiador Antônio Paulo Rezende.
Antonio Paulo Rezende nasceu no Recife, em 1952. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (1975), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1981), doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1992) e Pós-doutorado também na USP (em 1998). além de ensinar na UFPE, Rezende é consultor da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e da FAPESP. Dedica-se sobretudo aos seguintes assuntos: História, Cultura, Imaginário, Modernidade e Memória. O seu tema atual de pesquisa são as relações afetivas de convivência na contemporaneidade, analisando as cartografias que tentam renovar as sociabilidades.
O pesquisador Felipe Davson, que coordena o Grupo de Pesquisa em Cinema & História da Cinemateca Pernambucana, explica que a escolha do historiador Antonio Paulo Rezende para abrir a programação de palestras é simbólica: “Trata-se de um historiador que há anos trabalha com o cinema nas suas aulas e pesquisas, usando os filmes tanto como documentos como expressões do imaginário. Para nós, da Cinemateca Pernambucana, é uma grande oportunidade de compreender melhor a relação entre os filmes e a História”.
O extraordinário filme A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante, marca presença em nossa próxima Sessão Cinemateca que será realizada no dia 30 de junho (sábado), às 16h, Cinema da Fundação/Derby. Após o filme, Matheus Cartaxo, realizará uma análise crítica e mediação de debate sobre a obra. A entrada será gratuita.
Em um pequeno vilarejo no Sertão, três histórias de amor e desejo revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Personagens de um mundo romanesco, no qual suas concepções da vida estão limitadas, de um lado pelos instintos humanos, do outro por um destino cego e fatalista.
Primeiro longa-metragem de Camilo Cavalcante, recebeu prêmios em diversas categorias: filme, diretor (Camilo Cavalcante), ator (Irandhir Santos), atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Zezita Matos e Débora Ingrid) e prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema.
Desde 2009, Matheus Cartaxo, participa do conselho editorial da Foco – Revista de Cinema, da qual também é redator. Colaborou com outras publicações (Filmologia, À Pala de Walsh). Em 2011, graduou-se em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2017 concluiu o mestrado na mesma universidade sobre a obra de Brian De Palma.
Cena do filme Cinema, Aspirinas e Urubus, 2005, de Marcelo Gomes.
A espera acabou. Saiu o resultado da seleção do curso “Cinema Pernambucano Contemporâneo”, com a professora Amanda Mansur. Recebemos mais de 80 inscrições e devido à lotação do espaço e dinâmica do curso, apenas 26 inscritos foram selecionados.
A boa notícia é que, por conta da demanda, a Cinemateca irá oferecer o curso para duas turmas. O curso ocorrerá nos dias 21 (quinta-feira) e 22 (sexta-feira) de junho, das 14h às 17h, para a TURMA 1. Já nos dias 06 (sexta-feira) e 07 (sábado) de julho, das 14h às 17h, para a TURMA 2, na sede da Cinemateca Pernambucana, na Av. Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte. No primeiro andar do Cinema do Museu.
A Cinemateca também já programa outros cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook. Veja abaixo a lista dos selecionados para as duas turmas:
A participação da Cinemateca Pernambucana na 13ª Mostra de Cinema de Ouro Preto consolida a sua importância para a preservação da memória do cinema pernambucano. No Encontro de Arquivos da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA), que ocorre dentro da mostra, é discutido com especialistas nacionais e internacionais o que está sendo feito para manter viva e disponível para o público essa memória. O encontro segue até a próxima segunda-feira (18), no Centro de Convenções de Ouro Preto, em Minas Gerais.
A coordenadora do Cinema da Fundação e da Cinemateca, Ana Farache, que participa do encontro, destaca que a Cinemateca trabalha com o conceito de preservação ativa. “A coleta, guarda e a gestão do acervo é apenas parte desse desafio, uma vez que a Cinemateca visa também assegurar o acesso facilitado aos conteúdos, ação fundamental para a preservação do cinema pernambucano. Acordos contratualmente estabelecido entre a cinemateca e detentores dos direitos autorais dos filmes, regem as condições de guarda e/ou difusão das produções, caso a caso”, detalha.
A coordenadora do Cinema da Fundação e da Cinemateca, Ana Farache, no CineOP.
O encontro Diálogos da Preservação terá oito mesas de debates. Para o colecionador, preservador e membro fundador da ABPA, Lula Cardoso Ayres Filho, a presença da Cinemateca Pernambucana no principal fórum de preservação do país, fortalece a memória do cinema do estado. “Esse fórum completa dez anos em 2018, é o maior e mais reconhecido. Muito importante que a preservação do cinema produzido em Pernambuco esteja nesse contexto”, afirma.
Cena do filme Deserto Feliz (2007), de Paulo Caldas.
O curso “Cinema Pernambucano Contemporâneo”, com a professora e pesquisadora Amanda Mansur, da UFPE, será nos dias 21 e 22 de junho, das 14h às 17h, com carga horária total de 6h. O curso é gratuito e oferece 20 vagas.
Percorrendo a produção cinematográfica no estado, Amanda Mansur irá traçar um panorama histórico a partir da retomada do cinema pernambucano, em 1996, com o filme Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, até os dias atuais. O curso irá abordar também exemplos desde o Ciclo aos coletivos de audiovisuais recentes no estado. “ Queremos oferecer aos participantes do curso uma visão ampla e aprofundada do cinema feito em Pernambuco, hoje um dos mais consistentes do país”, diz Amanda.
Amanda Mansur ministrará o curso sobre o Cinema Pernambucano contemporâneo.
Amanda Mansur é doutora em Comunicação e professora do Centro Acadêmico do Agreste da UFPE. Autora dos livros “O Novo Ciclo de Cinema em Pernambuco: a questão do estilo” pela Editora Universitária da UFPE (2010) e “A Aventura do Baile Perfumado: 20 Anos Depois”, lançado pela Editora CEPE (2016).
Para realizar a inscrição basta acessar o formulário através do link (INSCRIÇÕES ENCERRADAS). A lista dos selecionados será divulgada no site e através das nossas redes sociais.
O Rochedo e a Estrela, longa da pernambucana Kátia Mesel, marca presença em nossa Sessão Cinemateca, no sábado 26 de maio, às 16h, Cinema da Fundação/Derby. Após o filme, a cineasta irá conversar com o púbico sobre sua obra e sua experiência de 50 anos de cinema. A entrada é gratuita.
O documentário aborda a história e expansão da comunidade judaica no Recife. Ressalta a importância dos “cristãos novos” (judeus batizados à força pelo governo português) e da luta de Maurício de Nassau pela liberdade religiosa, o que permitiu a criação da primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel.
Katia Mesel dirigiu mais de 100 filmes, entre curtas e longas, trabalhos que vão do Super-8 ao digital, já tendo recebido mais de 25 prêmios em encontros e festivais nacionais e internacionais.
Em seu primeiro mês de funcionamento, a Cinemateca Pernambucana, vinculada à Coordenação do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, comprova sua importância na preservação da memória do audiovisual e ganha espaço como centro de referência para estudantes e pesquisadores da área. Com a proposta de coleta, catalogação, preservação, formação e pesquisa, em apenas um mês de funcionamento, já recebeu mais de 500 visitantes, dentre os quais pesquisadores, estudantes com aulas in locco de cursos da UFPE, Unicap e FBV, além de grupos com visitas agendadas.
Cumprindo seu objetivo de formação, a Cinemateca ofereceu um curso ministrado pelo professor Rubens Machado Junior, da USP, sobre a importância do Cinema Independente em Super-8 de Pernambuco nos anos 1970, com a participação de 20 alunos selecionados dentre os mais de 40 inscritos. Já a Sessão Cinemateca que é realizada uma vez por mês, exibiu no Cinema do Museu o clássico O Canto do Mar de Alberto Cavalcante, acompanhado por um debate com o professor Paulo Cunha, da UFPE.
Turma de Design da UFPE
O acervo da Cinemateca, com mais de 600 itens em seu espaço físico, possui 400 filmes já coletados (curtas, médias e longas metragens), e cerca de 200 já disponíveis para consulta. Através do conceito de preservação ativa a Cinemateca oferece acesso facilitado ao seu acervo. “Desde o início nosso projeto visa dar acesso amplo e também remoto ao nosso acervo. Através do nosso portal, é possível assistir aos filmes da Cinemateca. Fazemos o que chamamos de preservação ativa, em que o mais importante é dar acesso aos nossos materiais. Não queremos ter um acervo fechado, do tipo que as pessoas precisam pedir licença para ver. Tudo está disponível e cabe ao usuário definir o que deseja conhecer”, afirma a coordenadora do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana, Ana Farache. Segundo ela, no espaço as pessoas podem descobrir desde figurinos dos filmes Tatuagem ou A História da Eternidade até roteiros originais as fichas de continuidade de Adelina Pontual.
A Cinemateca Pernambucana está aberta para o público de terça a sexta, das 9h às 16h, e aos sábados das 14h às 18h. Com monitores capacitados para atender, desde grupos que não conhecem bem a importância do nosso cinema até pesquisadores muitos especializados, as visitas para grupos compostos por até 15 pessoas devem ser agendadas pelo e mail: cinematecapernambucana@gmail.com
O Canto do Mar, 1953. Dirigido por Alberto Cavalcanti.
Neste sábado (14/04), às 16h, o premiado O Canto do Mar, de Alberto Cavalcanti será exibido no Cinema do Museu. Após o filme, teremos um debate com o professor Paulo Cunha, da UFPE. A entrada é gratuita.
O Canto do Mar conta a história de uma família de retirantes nordestinos que busca uma vida melhor. Mostrando através da transição do interior para a cidade as diversas manifestações culturais do Recife e os problemas sociais.
A obra, que completa 65 anos em outubro, ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Karlovy Vary (República Tcheca) e concorreu à Palma de Ouro em Cannes (França).
A esperança é um animal nômade, de Geneton Moraes Neto (1981)
Dos mais de 40 currículos enviados, 20 inscritos foram selecionados para o curso “O Cinema Experimental no Brasil e o Super-8 em Pernambuco”, a ser ministrado por Rubens Machado Jr. Devido à lotação do espaço e dinâmica do curso, uma seleção foi necessária apesar da excelente qualificação de todos os currículos enviados. A Cinemateca, no entanto, já programa outros cursos de formação para a os interessados no cinema pernambucano. Fique atento às atualizações no site e no nosso Facebook.
O curso ocorrerá nos dias 03 (terça) e 04 (quarta), das 9h às 12h e tem carga horária total de 6 horas, na sede da Cinemateca Pernambucana, na Av. Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte. No primeiro andar do Cinema do Museu.