Diretor, Produtor, Roteirista
Linduarte Noronha foi um jornalista, cineasta e professor de cinema pernambucano, nascido em Ferreiro-PE e radicado na Paraíba. Formado em Direito pela UFPB em 1958, trabalhou como crítico profissional de cinema e jornalista, recebendo alguns prêmios por reportagens em revistas importantes no Brasil e no exterior. Durante a década de 1950, Noronha envolveu-se com atividades cineclubistas com grandes nomes do cinema nacional. Tutelado por Humberto Mauro, começou a trabalhar em “Aruanda”, seu primeiro projeto cinematográfico, contando também com a colaboração do cinegrafista Rucker Vieira. Lançado em 1960, “Aruanda” obteve repercussão imediata para o cinema brasileiro, sendo considerado um dos precursores do movimento Cinema Novo.
Sinopse: O filme conta a história dos remanescentes de um quilombo em Serra do Talhado, na Paraíba, mostrando o cotidiano dos moradores, jornadas de plantio e feitos de cerâmica “primitiva”. A obra faz parte da cinematografia paraibana.
Sinopse: PT: Com uso de músicas regionais, o documentário mostra a importância do cajueiro para a paisagem local e a sobrevivência do povo nordestino.
ENG: With the use of traditional music, the documentary shows the importance of the cashew tree to the local environment and the survival of the people from the northeast of Brazil.
Sinopse: PT: O filme conta a história dos remanescentes de um quilombo em Serra do Talhado, mostrando o cotidiano dos moradores, jornadas de plantio e feitos de cerâmica “primitiva”.
EN: The film tells the story of the remnants of a quilombo in Serra do Talhado, showing the daily life of the residents, the planting days, and the making of “primitive” pottery.
Sinopse: Ao som de “Cajueiro Tim-Tim-Tim”, vários cajueiros são focalizados com bovinos à sombra. Folhas e frutos do cajueiro expostos à chuva. Ao som de “O carreiro Santiago”, cachos de caju são destacados. Criança em balanço pendurado em cajueiro. Detalhes das raízes externas do cajueiro. Em bar feito de palha, homens bebem cachaça e comem caju. Ao som de “Cajueiro Tim-Tim-Tim” homem e menino colhem caju, com auxílio de pedaço de pau. Em mesa posta em alpendre, mulher descasca caju. Detalhes do Mosteiro de São Bento, em João Pessoa. Detalhes de enfeites de festa popular. Um brinquedo movido manualmente. Homem e mulher se balançam em brinquedo. Menino prepara doce de caju. Carrocel com crianças e adultos. Detalhe de enfeite. Castanhas sendo torradas no fogo. Meninos descascam castanhas. Meninos se divertem com jogo de castanha, enquanto homem repousa e se protege do sol. Meninos se engalfinham. Chaminé de fábrica vista através de uma janela. Instrumentos químicos para tratamento da seiva do caju. Troncos de cajueiro em decomposição. Fogo consome cajueiros ao som de “Cajueiro Tim-Tim-Tim”.