Diretor, Produtor
Nascido na cidade do Recife, em 1976, Jura Capela (William Cubits Capela) é cineasta, videoartista e fotógrafo. Dirigiu o curta-metragem Copo de leite (2005) e o codirigiu Schenberguianas (2005) em parceria com Sérgio Oliveira. Além disso, ele fez parte de vários grupos artísticos, como Canal 03 e o coletivo Telephone Colorido, em que dirigiu o curta-metragem Resgate Cultural – O filme (2001). Seu primeiro longa foi Paranã-Pucã, Onde o Mar se Arrebenta (2010), vencedor do troféu Redentor de melhor filme no Festival do Rio. Faz parte de sua produção os filmes a Serpente (2016) e Jardim Atlântico (2012).
Sinopse: Este musical homenageia as tradições brasileiras através da história de um casal que traz um amigo próximo para a relação, e descobre uma nova configuração amorosa.
Direção: Jura Capela
Produção: Elaine Soares de Azevedo, Leonardo Pirovano, William Cubits Capela, Mário Henrique Duque
Produção executiva: Elaine Soares de Azevedo, Leonardo Pirovano, William Cubits Capela
Edição: Rodrigo Lima
Roteiro: Jura Capela
Montagem: Rodrigo Lima
Elenco: Ava Rocha, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Fransérgio Araújo
Som direto: Evandro Lima
Trilha sonora: Pupillo
Arte: Ananias de Caldas, Karen Araújo, Elaine Soares de Azevedo
Sinopse: Documentário sobre o panorama das artes plásticas da capital de Pernambuco. O filme é uma pesquisa sobre os diversos grupos de arte e artistas da década de 30 até os dias atuais. A narrativa mostra as varias situações econômicas e históricas que se passaram nestas décadas no Brasil. A pesquisa é baseada em artistas do Recife, localizado no nordeste brasileiro, mas os depoimentos refletem de uma forma direta a situação da arte contemporânea em todo o país.
Direção: Jura Capela
Produção: Jura Capela
Montagem: Mariana Valença, Rafael Noto
Elenco: Aberlado da Hora, Cristiana Tejo, Paulo Bruscky, Isa do Amparo, Gil Vicente, Zé Claudio, Tereza Costa Rego, Fernando Peres, Mauricio Castro, Marcio Almeida, Clarica Dinis, Deogo Tode, Lourival Batista, Grilowsky, Paulinho do Amparo
Sinopse: Através de uma mistura de sons, textura e cores, o filme flerta com o universo feminino e, tal qual a natureza, caminha por direções desconexas mas sempre harmoniosas