Diretor, Roteirista, Jornalista
Doutor em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais pela Université Paris 3, com pós-doutorado na University of Reading – UK. É crítico e pesquisador de cinema, cineasta, professor adjunto, desde 1997, do curso de Jornalismo, do curso de Especialização em Estudos Cinematográficos e do Mestrado Profissional em Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco. Foi repórter de cultura do Jornal do Commercio (1990-1995)e do Diário de Pernambuco (1999-2000). Atualmente é editor da revista digital O Grito!. Publicou, entre outros, os livros O Super 8 em Pernambuco (Fundarpe, 1992); Cinema Pernambucano: uma História em Ciclos (FCCR, 2000); La Vague du Cinema Novo en France, Fut-elle une Invention de la Critique? (L’Harmattan, 2000); Cinema Novo, a Onda do Jovem Cinema e sua Recepção na França (Papirus, 2004); Guel Arraes: um Inventor no Audiovisual Brasileiro (CEPE, 2008); O Documentário em Pernambuco no Século XX (FASA, 2018), com Cláudio Bezerra. Realizou os documentários Eternamente Ágora (1987), com George Moura; Eternamente Elza (2013), com Paulo Feitosa; Kibe Lanches (2016) e Piu Piu (2019).
Sinopse: Quando a cortina se abria, sob um universo colorido de plumas e paetês, ela surgia no palco, serpenteando movimentos lascivos, ao som de uma rumba ou de um merengue. Piu Piu, como era conhecido o ator, cenógrafo e figurinista Elpídio Lima é considerado o mais antigo transformista do Recife.
Direção: Alexandre Figueirôa
Produção: Túlio Vasconcelos
Roteiro: Alexandre Figueirôa, Chico Lacerda
Elenco: Entrevistados: Júlio César, Luís Maranhão, Valdi Coutinho. figurantes: Cléberson Rafael, Fernando de Albuquerque
Sinopse: Na década de 1980, uma lanchonete especializada em pratos árabes funcionava no bairro do Pina, na zona sul do Recife. Mas, nos finais de semana, além de vender kibes, esfihas, charutos de repolho, entre outras iguarias, o Kibe Lanches transformava-se numa casa de espetáculos improvisada. Grupos de pagode animavam as tardes de domingo; aos sábados, se realizavam festas dançantes; e, nas sextas, o local tornava-se um dos principais ponto de encontro LGBT da cidade, com apresentações de transformistas e um desfile de rapazes. Ousado para a época, com os candidatos desfilando primeiro vestidos e, no final, completamente nus, o inusitado concurso era conhecido como as “rolinhas do Barão”, referencia ao proprietário do estabelecimento e o animador das festas Luiz Ferreira de Araújo, mais conhecido como Barão.
Direção: Alexandre Figueirôa
Produção: Alexandre Figueirôa, Cristiano Artur da Silva
Produção executiva: Alexandre Figueirôa, Cristiano Artur da Silva, Sérgio Dantas, Fernando de Albuquerque, Túlio Vasconcelos
Roteiro: Alexandre Figueirôa, Chico Lacerda, André Antônio
Montagem: Chico Lacerda
Elenco: Entrevistados: Barão, Cristiano Artur da Silva, Fernando Menezes, João Batista de Lima, Moisés Lima, Valdi Coutinho Performers: Ally Araújo, Fashion Drag Queen, Zé Lucas
Som: Francisco Baccaro, Sérgio Dantas, Chico Lacerda